TCE Ceará, IPC e Uece conquistam aprovação da Capes para ampliação da formação continuada de gestores públicos

03-08-23

O Acordo de Cooperação Técnica entre o Tribunal de Contas do Estado do Ceará, o Instituto Escola Superior de Contas e Gestão Pública Ministro Plácido Castelo (IPC) e a Universidade Estadual do Ceará (Uece) rende seus primeiros frutos. Trata-se de uma proposta aprovada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) para oferta de uma experiência piloto, no escopo do Programa Nacional de Administração Pública (PNAP), com vistas à ampliação das ações de formação continuada dos gestores públicos no Estado do Ceará, com a oferta de cinco cursos de especialização na modalidade a distância. São eles: Auditoria e Controle Interno; Controladoria Pública; Contabilidade Pública; Gestão Pública; e Gestão Pública Municipal.

A proposta foi apresentada na manhã desta quinta-feira (3/8), em Brasília-DF, pelo diretor-geral do IPC, Luís Eduardo Menezes, e pelo reitor da Uece, professor Hidelbrando Soares, à diretora de Educação a Distância da Capes, Suzana dos Santos Gomes, que estava acompanhada do coordenador de Articulação de Programas e Cursos EaD, Luiz Alberto Lira. Foi aprovada a oferta de 5 turmas de 36 alunos para cada um dos cursos, com 180 vagas por curso e 900 vagas no total. O início das atividades está previsto para fevereiro de 2024.

Essa ação soma-se ao trabalho que o IPC vem realizando desde 2008 desenvolvendo iniciativas de formação continuada junto aos seus jurisdicionados, o que abrange os gestores públicos dos 184 municípios e do Estado do Ceará. O objetivo é fortalecer esses quadros técnicos em nome da boa governança na gestão pública.

Segundo a coordenadora de Educação Continuada, Extensão e Pós-Graduação do IPC, Eloisa Vidal, que também participou da reunião, “a formação em nível de especialização para os servidores municipais, representa um avanço na qualificação dos entes municipais, preparando-os para uma melhor execução dos orçamentos e controle das contas públicas”.