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A Revolução de 30, comandada por Getúlio Vargas e que impulsionou uma série de reformas administrativas no Brasil, com reflexos no Ceará, estava no seu auge.
Em meio a este cenário de conturbação política, Francisco Menezes Pimentel, governador do Ceará eleito pela Assembleia Legislativa, assinou o Decreto nº 124, de 20 de setembro de 1935, criando o Tribunal de Contas do Ceará, em pleno período ditatorial.
Mal havia sido implantada, em 5 de outubro de 1935, a recém-criada Corte de Contas cearense teve suas atividades interrompidas em dois momentos: em 4 de julho de 1939, por um período de seis anos; e em 25 de fevereiro de 1946, desta vez por apenas seis meses.
Ao longo dos seus 80 anos, o TCE Ceará funcionou em diversos endereços, mas sempre no centro de Fortaleza. Grandes nomes passaram pela Corte de Contas. Até a presente gestão, 39 conselheiros estiveram no TCE Ceará, dos quais 19 ocuparam a presidência da Casa.
O primeiro presidente foi o maranguapense Augusto Correia Lima, que assumiu o cargo em 5 de outubro de 1935 e nele permaneceu até a sua aposentadoria (30/9/1939). O atual presidente, conselheiro Valdomiro Távora, é o primeiro a ser reeleito para o cargo, tendo ocupado a Presidência por três mandatos.
Nos últimos anos, muitas ações estão sendo desenvolvidas para garantir mais transparência e celeridade à Corte de Contas. O compromisso do TCE Ceará com as diretrizes de qualidade e agilidade envolve todos os setores e contribui para garantir a boa execução das políticas públicas estaduais.
Novos desafios surgem a todo instante, mas a dedicação de servidores, colaboradores e membros da Corte de Contas tornam o controle externo cearense cada vez mais mais sólido e eficiente.

O carimbo comemorativo é uma marca filatélica, que registrará os 80 anos da Corte de Contas e servirá de fonte de pesquisa bibliográfica e iconográfica no Museu Nacional dos Correios, em Brasília(DF). É aposto sobre o selo e visa personalizar a obliteração de correspondências enviadas pelo Tribunal de Contas do Estado do Ceará.
Promovido pelo Tribunal de Contas do Ceará, através do Instituto Plácido Castelo (IPC), o Concurso Nacional de Redações Prêmio Ministro Plácido Castelo visa incentivar o interesse de estudantes do ensino médio pelas instituições de controle, divulgando o papel constitucional da Corte de Contas e contribuindo para o processo de formação de cidadania, através do controle social. O Concurso está em sua quarta edição e foi instituído pela Resolução Administrativa nº 3/2009.
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