Comunicação social é estratégica e exige investimentos, disse representante do CNJ

14-11-12

194408A comunicação social é estratégica e exige investimentos. Não há como fazê-la de maneira amadora, pois se está lidando com imagem e reputação. Essa foi a recomendação que o secretário de comunicação do Conselho Nacional de Justiça, jornalista Marcone Gonçalves, fez aos participantes do 3º Encontro Nacional de Tribunais de Contas, realizado em Campo Grande (MS).

Conforme o jornalista, o CNJ assim tem orientado os órgãos do Poder Judiciário. "É preciso ter sempre uma política, uma estratégica e investimentos", afirmou.

 

O secretário fez questão que alertar os conselheiros, auditores substitutos de conselheiros e procuradores de contas para a transformação sofrida pela sociedade nos últimos 10 anos. Segundo ele, com a ascensão econômica de 40 milhões de pessoas, criou-se uma nova classe média no Brasil e que ela representa uma revolução cultural na qual a transparência é uma obrigação. "Não dá mais para ficar discutindo transparência. Isso já está vencido. Temos é que praticá-la, até porque agora é lei", frisou.

 

Marcone explicou como o CNJ vem articulando a comunicação entre os órgãos do Poder Judiciário e ponderou que é fundamental a sistematização em uma política macro que oriente as unidades na elaboração das respectivas políticas de comunicação local. "Temos que trabalhar com mensagens claras e boas histórias", disse.


Rua Sena Madureira, 1047 - CEP: 60055-080 - Fortaleza/CE - (85) 3125.8336 - Ouvidoria - (85) 3125.8335 / (85) 3125.8334

Horário de funcionamento: de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas.