O segundo dia de programação do XI Fórum Nacional do Ministério Público de Contas, em 8/12 (quinta-feira), foi formado por painéis expositivos sobre os Eixos de Atuação do MPC — Educação, Orçamento público e Financeiro —, e pela palestra do Senador Randolfe Rodrigues, que encerrou as atividades externas do evento. Também foram realizadas duas oficinas de comunicação aos membros e servidores do MPC.
O primeiro Painel do dia foi sobre Educação, o qual contou com as exposições do deputado federal Idilvan Alencar; do professor do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS), Gregório Grisa; do Procurador do MPC Sergipe, João Augusto Bandeira de Mello; e da procuradora do MPC Santa Catarina, Cibelly Farias.
O Procurador João Augusto Bandeira de Mello apresentou a atuação do MPC Sergipe na área de educação, no intuito de promover o entendimento sobre o insucesso das escolas de redes de ensino e desenvolver um espaço de articulação e de aplicação de expertises. Dentre os produtos apresentados foi a análise do Índice de Eficiência Educacional (comparação entre IDEB e custo-aluno), pesquisa sobre as práticas dos municípios com melhores resultados educacionais, criação do Pacto pela Educação e realização de workshops.
Sobre os temas Orçamento Público e Financeiro, o segundo painel contou com a participação do presidente do Instituto Rui Barbosa (IRB), conselheiro Edilberto Pontes (vice-presidente do TCE Ceará), que afirmou que o orçamento público tornou-se um dos temas presentes no centro do debate público. Ao citar o pesquisador italiano Alberto Alesina, aponta que compromisso político é muito mais importante que regra fiscal. “Sem compromisso político, o Tribunal de Contas é um dique muito frágil institucionalmente para conter desequilíbrios fiscais. Com compromisso político, Tribunais de Contas podem ajudar a conter desvios e contribuir para cumprimento das metas”, afirma Edilberto.
Completaram o painel o secretário de Fazenda do Estado de São Paulo, Felipe Salto (por teleconferência), o deputado federal, Mauro Benevides Filho, e o procurador do MPC-TCU, Rodrigo Medeiros Lima (mediador).
As atividades externas do Fórum foram encerradas com a palestra do Senador Randolfe Rodrigues. De acordo com o Randolfe, a criação do MPC tem relação direta com o sentido de institucionalidade, que advém do Estado democrático de direito. "É importante a presença de homens/mulheres virtuosos, mais importante ainda é a institucionalidade, a presença de instituições que possam sobreviver aos erros humanos", informou Randolfe.
Realizadas pela manhã (8/12), no auditório do Instituto Plácido Castelo (IPC), Escola de Contas do TCE Ceará, as oficinas “Comunicação e Sociedade” e “Fotografia Básica – do equipamento à pauta”. As iniciativas foram conduzidas por Sérgio Lerrer, assessor de comunicação da Associação Nacional do Ministério Público de Contas (Ampcon), e Diego Castro, fotojornalista do MPC do Mato Grosso, respectivamente.Rua Sena Madureira, 1047 - CEP: 60055-080 - Fortaleza/CE - (85) 3125.8336 - Ouvidoria - (85) 3125.8335 / (85) 3125.8334
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